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A mulher que conectou a Bahia, regulação da internet e da IA e entrevista sobre saúde mental
Newsletter Cabeça de Tempo - Edição #2

PERFIL
A mulher que conectou a Bahia

Foto: Ricardo Prado
A internet chegou no Brasil no final da década de 1980, restrita ao ambiente acadêmico e, até 1995, quando começou a ser comercializada, era utilizada por poucos professores e pesquisadores nas universidades que desejavam se comunicar com seus pares no Brasil e no exterior.
Na Bahia, a internet chegou em 1991 e teve uma “mãe”: Claudete Alves. A Analista de Tecnologia da Informação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que atua na Superintendência da Tecnologia da Informação (STI) da universidade, coordenou trabalhos de implementação do primeiro servidor na Bahia e de difusão da internet em universidades e empresas.
OPINIÃO
A delicada (e necessária) corrida global pela regulação da Internet e da Inteligência Artificial

Imagem: Freepik
Nesse território tão vasto e capaz de impactar as dimensões pessoais e profissionais de qualquer pessoa, a urgência em estabelecer regras claras para o ciberespaço e para os algoritmos não é apenas uma questão de ordem econômica, mas um imperativo democrático para a garantia dos direitos humanos em escala global.
O debate é complexo, multifacetado e tem sido confrontado pela velocidade da inovação tecnológica, pelos interesses de grupos poderosos e pela lentidão dos processos legislativos.
ENTREVISTA
“Quem tira a própria vida, não quer, de fato, morrer”, afirma psicóloga

Imagem: acervo pessoal
Para aprofundar a compreensão sobre este tema complexo e delicado, conversamos com Lilian Torres, psicóloga e assistente social com mais de 25 anos de prática clínica e formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Saúde e Espiritualidade, e Neurociência das Emoções.
Nesta entrevista, ela nos ajuda a identificar os sinais, pensamentos e sentimentos que podem indicar um risco suicida e aponta caminhos para a prevenção e o florescimento da vida.